Que tristeza me veio...
Como se algo ruim estivesse acontecendo sem eu saber...
Que angústia eu tô
Que desespero da.
Ando pra lá
Volto pra cá
E no peito o coração me diz "mais rápido, mais rápido, me tira daqui"
Ah se pudesse sair de mim...
Temor pelos monstros que na minha cabeça insistem em existir...
E então começo a chorar
Como um bolero que insiste em terminar
Mas não tem fim
Como eu não me queria aqui.
Quem precisa de asas quando se tem versos?
sexta-feira, 27 de abril de 2018
quinta-feira, 26 de abril de 2018
Olá, Lucas
Poucas pessoas tem essa sorte que eu tenho
Minha sorte se chama você
Como você consegue?
Como consegue me dar asas sem ter medo que eu voe pra longe de ti?
Como consegue me olhar sempre com esse olhar de amor e ternura?
Como consegue ter o sorriso que de saudade me tortura?
Ainda penso em ti e me gela o estômago, igual como quando te conheci
Ainda suspiro só de lembrar de ti
E aos poucos que te amo descubro
Amor é palavra pequena pra tudo o que por ti sinto em absoluto
Minha sorte se chama você
Como você consegue?
Como consegue me dar asas sem ter medo que eu voe pra longe de ti?
Como consegue me olhar sempre com esse olhar de amor e ternura?
Como consegue ter o sorriso que de saudade me tortura?
Ainda penso em ti e me gela o estômago, igual como quando te conheci
Ainda suspiro só de lembrar de ti
E aos poucos que te amo descubro
Amor é palavra pequena pra tudo o que por ti sinto em absoluto
quarta-feira, 25 de abril de 2018
terça-feira, 24 de abril de 2018
Hoje acordei com ressaca de ti
Seu cheiro ainda forte impregnado em mim
Seu sabor em cada pedaço de minha pele
Meus olhos transbordando a ti
Meus lábios querendo mais
Hoje acordei como se ainda não tivesse acordado
E tudo aquilo sonho ainda era
Hoje acordei e quem me dera nem tivesse levantado
Como queria fazer de ti minha terra.
Me perder ali naquele abraço
E de lá nunca mais sair
Hoje acordei me sentido flor
Me sentindo chuva em terra árida
Hoje acordei
E em uma das poucas vezes me senti assim
Feliz por ter acordado.
Seu cheiro ainda forte impregnado em mim
Seu sabor em cada pedaço de minha pele
Meus olhos transbordando a ti
Meus lábios querendo mais
Hoje acordei como se ainda não tivesse acordado
E tudo aquilo sonho ainda era
Hoje acordei e quem me dera nem tivesse levantado
Como queria fazer de ti minha terra.
Me perder ali naquele abraço
E de lá nunca mais sair
Hoje acordei me sentido flor
Me sentindo chuva em terra árida
Hoje acordei
E em uma das poucas vezes me senti assim
Feliz por ter acordado.
quarta-feira, 11 de abril de 2018
quinta-feira, 15 de março de 2018
Sobre meu material pra ensinar musica 💜
Tá saindo gente, só uma prévia
A família Joanez
Era uma vez numa cidade bem bonita e muito movimentada (biiiii biiiii vrummm vrummm io io io io), moravam em um jardim 6 mocinhas joaninhas: Dora, Renata, Michele, Fabiana, Solange, Larissa e a caçula delas, a abelhinha Silva (buzzzz buzzz) todas elas eram filhas do Sr. Zizi!
Certo dia começou-se a ouvir um vento muito forte (vu-vu-vu), depois trovões (cabummmm shiiiiiiiiii bumm) e por fim a chuva veio e molhou todo o jardim (chuaa chuaa chuaa) e estragou a grama do quintal da família Joanez...
No outro dia quando todos se levantaram da cama e olharam pela janelinha de sua casa-flor viram que a grama estava toda destruída e bagunçada, e o papai Zizi começou a chorar (snif snif) então as irmãs tiveram uma ideia! (blim blém) Elas iriam pintar a grama e deixar tudo lindo para o papai delas!
Cada uma pegou um pedacinho da grama (explicar as notas musicais), e começaram a pintar a grama, por isso depois daquele dia o quintal delas passou a ser chamar pentagrama. E a chave que abria o portão da casa delas de Clave de Sol.
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