Por que tal descontentamento,
Pelo desejos do momento?
Porque dar razões adversas,
Para motivos que nos da controvérsias?
Querer dar mais ênfase
Àquilo que já é êxtase
Desistir de poder olhar
Um botão de rosas desabrochar
Enquanto que a vida é vida
Nada mais alem de infinda
Ou achas que és algo a mais?
Algo que transcende os quais.
Somos do jeito que somos
Mas queremos alem do que já fomos
E repudiamos...
Até mesmo os que amamos
Não espero provar nada a ninguém,
Não, quero ir mais alem
Quero mostrar que nada se deve
E que da opinião alheia se leve
Tudo, como que reflete à luz, reluz
Isso é um fato que eu não me contrapus
Mas nada é nada além
Do que tu sabes, porem
Ainda há o vento do outono
E a beira do lago um sonho
E quando as folhas secas caem
O sons gostosos que delas saem
E de tudo é bom sem complemento
Mesmo que a dor me faça tormento
Regozijo de tudo meu momento
Em meus poemas encontro acalento
Ps. poema feito por um antigo amigo
Quem precisa de asas quando se tem versos?
domingo, 11 de outubro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Desejos
E ao tempo que te quero
Desejo que vás
e quando torno-te desejo
Desejo te amar
Se do amar é esse desejo
Desejo odiar
A complexidade que serve meu desejo
É o desejo de livre desejar
Que mo nasça o desejo, pré destinado a morrer, e em vão desejar...
Desejo que vás
e quando torno-te desejo
Desejo te amar
Se do amar é esse desejo
Desejo odiar
A complexidade que serve meu desejo
É o desejo de livre desejar
Que mo nasça o desejo, pré destinado a morrer, e em vão desejar...
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Doze de agosto...

E Pavarotti cantava a todo vigor naquela velha vitrola.
Ele desceu as escadas com os olhos fixos ao nada
Abriu a porta lentamente e lá estava ela. Sua doce menina
Ela não se incomodava mais com a sua presença.
Lá está a pequena margarida, enlaçando as fitas da sapatilha em sua pernas transparentes, seu coque como ele ensinara, em perfeito estado, a suavidade de seus passos faria quebra nozes se apaixonar em apenas um Plié.
Ele sorriu e a abraçou.
Foi quando a bailarina de cristal se quebrou, com os lábios agora em carmim ela fora abandonada ao chão, e a capa negra corria de volta a escuridão
Quem seria a próxima musa de sua caixinha de musica?
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Perca seu tempo e me odeie por te pedir isso...
Ela subiu as escadas calmamente, não podia ser a mesma, a instantes apertava tão forte as mãos de seu anjo da guarda, e agora ele não poderia caminhar com ela para lá, era um momento seu.
Sempre fugira mas o momento de agir sozinha chegara, era sua vez de lutar por si mesma...
Seu coração queria sair do corpo, queria abandona-la em um momento tão ecêntrico, e ela apertou os dedos contra as mãos na tentativa de não deixa-lo fugir...
Todos aqueles rostos faziam os conhecidos se perderem.
Ou o lugar era menor, ou haviam muitas pessoas ali, certo que a segunda opção era a verdaderia, ela se acalmou acreditando na primeira.
O piano estava aposto e seus companheiros a seguirão...
Suas cordas harmonizavam como o céu e a terra,em seu espaço piano, violino e voz se tornavam um, quando abriu os lábios o coração fugiu e adentrou na plateia, suas mãos tocavam mais do que as simples teclas,agora ela se via nos olhos deles, não era potencial, não era dom, era alma em melodia.
O medo se tornou em essência...
A glória de ouvir seu nome a fez esquecer por um instante dos complexos e defeitos, mas o momento se vai e como a melodia nada mas se toca.
Ela se levanta, caminha até as escadas e avista novamente os rostos conhecidos
Nada é melhor que sentir-se voar sem ter a asas.
Seus versos deveriam relatar aquilo, e pela primeira vez, ela poderia ter ordenado seus sentimentos, mas não quiz...
ela apenas vive...
A musica?
Relato fisico dos desejos de sua alma...
Sempre fugira mas o momento de agir sozinha chegara, era sua vez de lutar por si mesma...
Seu coração queria sair do corpo, queria abandona-la em um momento tão ecêntrico, e ela apertou os dedos contra as mãos na tentativa de não deixa-lo fugir...
Todos aqueles rostos faziam os conhecidos se perderem.
Ou o lugar era menor, ou haviam muitas pessoas ali, certo que a segunda opção era a verdaderia, ela se acalmou acreditando na primeira.
O piano estava aposto e seus companheiros a seguirão...
Suas cordas harmonizavam como o céu e a terra,em seu espaço piano, violino e voz se tornavam um, quando abriu os lábios o coração fugiu e adentrou na plateia, suas mãos tocavam mais do que as simples teclas,agora ela se via nos olhos deles, não era potencial, não era dom, era alma em melodia.
O medo se tornou em essência...
A glória de ouvir seu nome a fez esquecer por um instante dos complexos e defeitos, mas o momento se vai e como a melodia nada mas se toca.
Ela se levanta, caminha até as escadas e avista novamente os rostos conhecidos
Nada é melhor que sentir-se voar sem ter a asas.
Seus versos deveriam relatar aquilo, e pela primeira vez, ela poderia ter ordenado seus sentimentos, mas não quiz...
ela apenas vive...
A musica?
Relato fisico dos desejos de sua alma...
domingo, 19 de julho de 2009
Apenas poetiza...
A podridão de meu ser se reflete na pobreza desses versos...
E a diferença entre nós é que eu vivo o que escrevo
Você sofre pelo que lê
E ao final
As lágrimas de sangue são suas por instantes
Minhas por inteiras
E da pior forma percebo
Que para escrever sobre amor
mais do que ser amado
é preciso amar...
E mais do escrever
Hoje eu saltarei e apenas poetiza serei...
E a diferença entre nós é que eu vivo o que escrevo
Você sofre pelo que lê
E ao final
As lágrimas de sangue são suas por instantes
Minhas por inteiras
E da pior forma percebo
Que para escrever sobre amor
mais do que ser amado
é preciso amar...
E mais do escrever
Hoje eu saltarei e apenas poetiza serei...
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Posso compartilhar uma revolta?
Primeiramente gostaria muito de agradecer a todos que acompanham o blog, muito obrigada mesmo!!Eu sei que raramente as pessoas gostam de poesias, então se considerem raros e muito importantes!
Agora vamos ao meu protesto!
Tenho um vizinho que ouve funk o dia todo ¬¬
Eu preciso falar, e quer lugar melhor do que aqui?Os funkeiros que me perdoem!
Eu não fico ouvindo Iron Maiden no ultimo, porque eu sei que meus vizinhos não gostam, custa eles pensarem assim também?Que saudade da moça que cantava Calypso (ela até que era afinada, e isso é menos pior que funk)
O fato é :
"Eu como mulher quero respeito e fico indignada quando utilizam da arte mais nobre e divina que existe para degredir a minha imagem!"
Cantor de funk não deve gastar muito dinheiro com play black, afinal é tudo igual!
Me perdoem pela revolta, é que realmente não consigo entender!
Somos tão animais ao ponto de não conseguimos guardar a excitação para quatro paredes?
Funk não é protesto, funk não é melodia,, é rítimo, na verdade, rítimo é axe, pagode, funk é batida, e batida é barulho e barulho NÃO É MÚSICA!
Se você gosta TUDO BEM,mas eu não me considero um objeto sexual...
Pronto!!Falei o que estava guardado ^^ (to me sentindo tão leve!!)
Bom hoje não tem poema...
To indo lá ligar para a policia pra vê se eles abaixam esse tormento!
Mas antes gostaria de indicar um blog de uma pessoinha que escreve muito!Dêem uma passadinha por lá, o Bruno é o Merlin das palavras!
http://tempo-horario.blogspot.com/
Agora vamos ao meu protesto!
Tenho um vizinho que ouve funk o dia todo ¬¬
Eu preciso falar, e quer lugar melhor do que aqui?Os funkeiros que me perdoem!
Eu não fico ouvindo Iron Maiden no ultimo, porque eu sei que meus vizinhos não gostam, custa eles pensarem assim também?Que saudade da moça que cantava Calypso (ela até que era afinada, e isso é menos pior que funk)
O fato é :
"Eu como mulher quero respeito e fico indignada quando utilizam da arte mais nobre e divina que existe para degredir a minha imagem!"
Cantor de funk não deve gastar muito dinheiro com play black, afinal é tudo igual!
Me perdoem pela revolta, é que realmente não consigo entender!
Somos tão animais ao ponto de não conseguimos guardar a excitação para quatro paredes?
Funk não é protesto, funk não é melodia,, é rítimo, na verdade, rítimo é axe, pagode, funk é batida, e batida é barulho e barulho NÃO É MÚSICA!
Se você gosta TUDO BEM,mas eu não me considero um objeto sexual...
Pronto!!Falei o que estava guardado ^^ (to me sentindo tão leve!!)
Bom hoje não tem poema...
To indo lá ligar para a policia pra vê se eles abaixam esse tormento!
Mas antes gostaria de indicar um blog de uma pessoinha que escreve muito!Dêem uma passadinha por lá, o Bruno é o Merlin das palavras!
http://tempo-horario.blogspot.com/
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Lírio Escarlate
O principio não me é ao certo
Mas do que importa se tudo leva a um fim?
Sonhar com o céu azul já não me é valido
Percebo um pouco tarde que nem estrelas, nem Lua, nem as primeiras folhas que caem
Podem de mim suprir essa coragem
Podem me presentear com inspiração para versos alegres
Podem de contrito coração me servir de grande inspiração.
Pois nem de lágrimas me esvazio
E tudo se guarda em mim
E quando se está morto se descobre que não há diferença entre morte e vida
Se as palavras me ferem
Por que brotam como águas em meu ventre?
Tudo me é tido como escopo
Como fardo e roupa espalmada
É como a espada do guerreiro que não quer mais lutar
É como o soldado que não tem coragem de matar
É como o louco que do prédio não consegue se atirar
Se paro o ar se torna tão denso que sufoca o meu pulmão
Se prossigo o ar simplesmente coexiste, como a canção que não possui melodia
O poema sem rima.
Se para trás olho
Não tenho coragem de os olhos abrir
Se para mim desperto no espelho
Eu não saberei viver
Não saberei respirar
Me envergonha de auto compaixão sentir, de por medo não agir.
E quem nunca foi bruto assim?
Meu fôlego se contenta em saber que você é a agua que faz meu corpo ter vida
E se vazas em lágrimas mesmo que meu coração não te deseje, como posso eu viver?
E o Lírio escarlate sangrou mais uma vez,
Talvez mais profundo
Talvez mais intenso...
A flor se assim é correto chamá-la
Já não quer mais viver
Façam-lhe um favor tirem sua agua
e a deixe apodrecer...
Mas do que importa se tudo leva a um fim?
Sonhar com o céu azul já não me é valido
Percebo um pouco tarde que nem estrelas, nem Lua, nem as primeiras folhas que caem
Podem de mim suprir essa coragem
Podem me presentear com inspiração para versos alegres
Podem de contrito coração me servir de grande inspiração.
Pois nem de lágrimas me esvazio
E tudo se guarda em mim
E quando se está morto se descobre que não há diferença entre morte e vida
Se as palavras me ferem
Por que brotam como águas em meu ventre?
Tudo me é tido como escopo
Como fardo e roupa espalmada
É como a espada do guerreiro que não quer mais lutar
É como o soldado que não tem coragem de matar
É como o louco que do prédio não consegue se atirar
Se paro o ar se torna tão denso que sufoca o meu pulmão
Se prossigo o ar simplesmente coexiste, como a canção que não possui melodia
O poema sem rima.
Se para trás olho
Não tenho coragem de os olhos abrir
Se para mim desperto no espelho
Eu não saberei viver
Não saberei respirar
Me envergonha de auto compaixão sentir, de por medo não agir.
E quem nunca foi bruto assim?
Meu fôlego se contenta em saber que você é a agua que faz meu corpo ter vida
E se vazas em lágrimas mesmo que meu coração não te deseje, como posso eu viver?
E o Lírio escarlate sangrou mais uma vez,
Talvez mais profundo
Talvez mais intenso...
A flor se assim é correto chamá-la
Já não quer mais viver
Façam-lhe um favor tirem sua agua
e a deixe apodrecer...
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