quinta-feira, 4 de março de 2010

Sopro de um mundo


Foi num suspiro longo e descompassado
........................................
que ela sentiu
........................................
o peso sobre seu coração
Sentiu que nada de valor havia nas mãos
E dos versos que sua mente à conduziu
Nada mais ela sentiu...
Era desespero e acomodação
Era a utopia da injuria acusação
É a escassez volátil de amor e perdão
O que é o tempo?
O que é ela?
O que somos nós?
A página de um livro?
A ciência em pó e caos?
Um sopro de vida?
Ela não queria mais pensar, no entanto...
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Sua alma nunca dormia.
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Ps. Imagem do sublime Jacek Yerka

4 comentários:

  1. A alma sempre mostra o que realmente a gente sente.Ela nunca mente.
    Beijo

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  2. E tomara que nunca durma. Olhos abertos e coração sensível Malu... todos que sobreviveram tem essas coisas.
    BjO´s

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  3. Nossa seu blog é muito bom. Encontrei textos aqui que me surpreenderam. Meus sinceros parabéns! Vou seguir ok? Dá uma passada no meu depois, axo que vc vai gostar bastante. Segue se possivel rs :p

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  4. Seus poemas foi muito bem rimado e construído. Gostei ;)

    Chuchechu no blog menina!!!

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E se a singelez da margarida for melhor que a sedução da rosa? (Frase Rodrigo; Desenho Maria Luiza

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